"Vou rápido, Molly, com essa risada entre nós", Ruth disse enquanto se levantava e me pegava em seus braços novamente por apenas meio segundo, e antes que eu pudesse impedi-la, ela já tinha ido embora. "Nem eu, se bem me lembro", disse Etwald, secamente. "Além disso, Dido — como você provou — não roubou o bastão do diabo. No entanto, se você suspeita dela, vá amanhã ver a Sra. Dallas. Será melhor ter certeza do seu ponto de vista antes de tornar isso um caso público. A propósito, suponho que você terá um detetive de Londres para investigar o caso a fundo?"!
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A Srta. Jinny assentiu. "Ela a faria trabalhar até a morte, de qualquer jeito", concordou. "Ela é muito desumana sob esse exterior macio. As criadas dela não ouvem muito o seu jeito ronronante, eu garanto. É por isso que elas estão sempre indo embora. Não, a Sra. Hand não serve." Ela suspirou, perplexa. "Quem me dera que tivéssemos dinheiro suficiente para cuidar dela nós mesmas. Eu me apeguei ao seu jeito quieto e adoraria tê-la por perto, tenho certeza. A maioria das garotas do interior é tão barulhenta e atarantada que eu nunca precisei de ajuda antes, mas ela é muito diferente." Esta jovem, embora evidentemente com uma mente investigativa, não compreendeu bem a natureza da beleza reinante em nosso pequeno grupo. Sendo ela própria de natureza cândida e afável, não consegue compreender como as presas do monstro de olhos verdes, uma vez cravadas no coração terno da dita beldade, a tornam tão mortalmente desconfortável a ponto de ela ser obrigada a descontar em alguém — e tão natural ou conveniente quanto a criatura que lançou a serpente sobre ela.
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"Você tem alguma ideia sobre o culpado?" ele perguntou, em tom apressado. "Ah!", disse Maurice, seus pensamentos retornando à misteriosa influência que vira Etwald exercer sobre Dido. "E o que o médico estava dizendo?" "Eram oito horas quando você acendeu a lâmpada?"
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